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Saiu na mídia

16 de novembro de 2017

Cresce o número de turistas no GP Brasil de Fórmula 1

Por: SPTuris

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O fim de semana foi bastante movimentado em São Paulo e teve arquibancadas lotadas no Autódromo José Carlos Pace (Interlagos) com a realização do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1. Mais uma vez o Observatório de Turismo e Eventos, núcleo de estudos e pesquisa da São Paulo Turismo (SPTuris), realizou pesquisa para avaliar o perfil do público que esteve presente. Segundo estimativa do Observatório, o GP Brasil de 2017 movimentou cerca de R$ 280 milhões na cidade com o turismo.

Durante o sábado e o domingo (11 e 12 de novembro) foram entrevistadas mais de 1,1 mil pessoas e os resultados mostram aumento de turistas de quase 50% em relação ao último levantamento de 2015. Na comparação do mesmo período, o número de visitantes estrangeiros que assistiram à corrida em São Paulo também aumentou, nesse caso 42%.

Para o presidente da SPTuris, David Barioni, o GP Brasil é um dos eventos mais importantes para o turismo da cidade. “Está entre os top três eventos, juntamente com o Carnaval e a Parada LGBT. Os três têm características e público com perfil bastante diferente, o que é ótimo, porque movimenta todos os tipos de estabelecimentos da cadeia turística da capital paulista”, diz.

Em relação à permanência média, os visitantes brasileiros continuaram ficando três dias na cidade. Já os turistas estrangeiros tiveram um aumento de 3,4 dias em 2015 para 3,9 este ano. Além disso, os meios de hospedagem apontaram uma tendência na procura por opções a preços mais acessíveis, já que a procura por hostels teve aumento de quase 100% na comparação entre 2015 e 2017, passando de 1,5% para quase 3%. Para aqueles visitantes que moram mais perto, a escolha pelo “bate-volta” subiu de 20% para 27%.

Já o perfil do público geral teve um representativo aumento de mais de 100% na presença de mulheres em relação a 2015, onde passaram de 11,6% para 23,6% do total registrado. Ainda assim, as características principais das pessoas que vão ao GP Brasil de Fórmula 1 são o sexo masculino (76,4%), com idade média de 30 a 39 anos (36,6%), grau de instrução superior completo (61,9%) e renda familiar entre 7 e 12 salários mínimos (53,2%).

 
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